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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

  

   Cuspindo no prato que comeu: a Samsung vai enfrentar o Android com o Tizen?

        Será que o novo sistema operacional produzido pela Samsung é capaz de desbancar o Android da Google?

 

  Quais são os sistemas operacionais que você conhece e que podem equipar os smartphones de todo o mundo? É bem provável que se perguntarmos isso para todos os nossos leitores, as respostas mais frequentes devem envolver Windows Phone, Android e iOS. Mas você deve saber que existem outras opções, não é mesmo? Algumas que parecem pouco promissoras, mas existem.
Falamos em “pouco promissoras”, mas isso não pode ser referente ao Tizen — personagem principal deste artigo. Isso acontece por um motivo bem simples: o sistema operacional possui o apoio de algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo e isso pode representar avanços que poucos sistemas conseguiram. Mas antes de falarmos sobre isso, é importante contextualizar um pouco melhor.

O que é o Tizen?

   Imagine um sistema operacional baseado nos códigos-fonte do Linux — assim como o sistema MeeGo. Agora você precisa imaginar que este sistema é versátil e pode ser instalado em qualquer dispositivo eletrônico. Caso você tenha conseguido fazer isso, você está com a imagem do Tizen em sua cabeça. Assim como o Android, o Tizen possui código aberto e permite que qualquer desenvolvedor realize alterações em sua estrutura.

   Apesar de não ser uma proposta exclusiva do Tizen, o sistema propõe a utilização do HTML5 como principal estrutura para os aplicativos e para as próprias funções principais dele — algo parecido com o que faz o Firefox OS. Com isso, os mesmos aplicativos poderiam ser utilizados em Smart TVs, smartphones, tablets e qualquer outro aparelho eletrônico, pois a programação deles seria completamente escalável.



Cuspindo no prato que comeu: a Samsung vai enfrentar o Android com o Tizen? 


    Para os mais aficionados por tecnologia, o nome Bada não deve soar estranho. Trata-se de um sistema operacional presente em alguns smartphones da Samsung, um dos responsáveis pelo avanço da empresa coreana no mercado de smartphones. Parte deste sistema, que foi abandonado em fevereiro deste ano, serve como base para o Tizen.

   Por enquanto, apenas uma câmera da Samsung é vendida com o sistema operacional, pois ele ainda está em construção e falta bastante para que ele seja considerado como algo pronto a ser colocado no mercado internacional. Mesmo assim, há muitos investimentos nessa que pode ser a grande aposta da Samsung para os próximos anos — sim, estamos falando da mesma Samsung que dominou o mercado de smartphones com o Android.

Quem apoia?

   Apesar de o nome da Samsung ser muito visto neste artigo, é preciso saber que os desenvolvedores do Tizen são filiados à Linux Foundation. A empresa da Coreia do Sul aparece como corresponsável pela direção do sistema, logo ao lado da fabricante de processadores Intel. Ou seja, a Samsung e a Intel estão financiando o projeto, mas não são proprietárias dele.


Cuspindo no prato que comeu: a Samsung vai enfrentar o Android com o Tizen?Maratona de desenvolvimento, patrocinada pela Samsung.


   E são essas duas empresas que — ao lado de Huawei, Vodafone e algumas outras menos expressivas — estão investindo pesado no desenvolvimento do Tizen. Com esses nomes de peso como apoiadores da Linux Foundation no desenvolvimento do Tizen, não é de se duvidar que em breve comecem a surgir os primeiros smartphones com o sistema operacional.

    Sendo um sistema de código aberto e multiplataforma, é bem possível também que ele ganhe larga adesão por parte da comunidade de desenvolvimento open source. Isso deve valer tanto para aplicativos quanto para alterações no próprio sistema. Mas isso nos leva a uma dúvida muito válida para os próximos anos. Será que a comunidade Android irá migrar para o Tizen?

A Samsung nessa história

    Atualmente, os dois principais sistemas operacionais portáteis do mundo são iOS e Android. Este segundo, produzido e distribuído pela Google, conseguiu ampla adesão em todo o mundo graças à Samsung. É claro que a empresa sul-coreana não é a única responsável pelo sucesso do sistema, mas certamente é uma das protagonistas nessa história.

Cuspindo no prato que comeu: a Samsung vai enfrentar o Android com o Tizen?Aparelho com Tizen pode estar a caminho.

    O principal trunfo da Samsung foi ter analisado o mercado e percebido que havia um nicho muito interessante sendo formado. A principal fabricante de celulares alguns anos atrás era a Nokia, mas quando o mercado se moldou para os smartphones, algumas apostas erradas fizeram com que o mercado ficasse carente de opções para os iPhones (fabricados pela Apple).
Nessa lacuna do mercado, a Samsung conseguiu ótimos resultados com suas duas linhas principais de smartphones: os Galaxy e os Wave. Enquanto os primeiros são vendidos até hoje com o sistema Android, os segundos eram produzidos com o Bada. E apesar de a Samsung ter total domínio com os aparelhos Galaxy, ter mais controle sobre o sistema operacional é algo que a empresa ainda almeja.

Galaxy: alto poder em todos os nichos

   O Android é um sistema operacional que permitiu que consumidores de diversas faixas de poder aquisitivo tivessem acesso aos smartphones. Um dos fatores que mais contribuem para isso é o fato de que diversas empresas investiram no projeto, criando celulares que se encaixam nos mais variados perfis de utilização — desde os usuários mais casuais até os aficionados por games pesados.


Cuspindo no prato que comeu: a Samsung vai enfrentar o Android com o Tizen?Galaxy S4: sucesso absoluto.

   Há aparelhos fabricados por empresas muito conhecidas como LG, Sony e Motorola, até outros de fabricantes de menos destaque, como a Huawei, ZTE e Alcatel. Nessas duas definições distintas, surgem smartphones que vão dos R$ 400 até aparelhos que custam mais de R$ 2 mil. E também existe a Samsung, que se encaixa nos dois exemplos de valores apresentados.
Pois é! Basta folhear um anúncio de lojas de eletrônicos ou de departamentos... Você logo verá que existem smartphones Samsung Galaxy criados para praticamente todas as faixas de preço. Galaxy Y, Galaxy X, Galaxy S, Galaxy Duos ou Galaxy Win, todos são opções da empresa coreana para os consumidores que querem um novo smartphone, independente do quanto podem ou querem pagar.

“Galaxy” é maior que “Android”?

   Como você pode ver, existem smartphones Samsung Galaxy em todas as faixas de preço. E é também preciso lembrar que eles são líderes de vendas em praticamente todos os segmentos em que se encaixam. A grande dúvida que surge nesse caso é: será que a marca Samsung Galaxy vale mais do que a marca Android? Mais do que isso: essa marca vale algo sem o Android?


Cuspindo no prato que comeu: a Samsung vai enfrentar o Android com o Tizen? 
Será que a Samsung é maior que o robôzinho?

   Se a resposta for “sim” para essas perguntas, a Samsung pode realmente apostar suas fichas em um sistema operacional mais controlado, como seria o caso do Tizen. Somente assim a empresa coreana poderia abandonar o sistema operacional da Google e ainda continuar na liderança do mercado de smartphones, sem perder espaço para LG, Sony, Motorola e outras empresas que vêm apresentando bons aparelhos.
   
  Caso contrário, apostar em um sistema operacional novo pode ser uma decisão tão acertada quanto a da Nokia em investir no Symbian, anos atrás. Se o nome do Android for mesmo maior que o nome do Galaxy, abandoná-lo pode significar um retrocesso gigantesco por parte da Samsung.

Os desafios do Tizen

   Vamos imaginar que, na mente dos consumidores, os aparelhos Samsung Galaxy realmente sejam maiores do que o sistema Android. Mesmo assim, ainda existem alguns detalhes que precisam ser pensados antes de um abandono total do sistema produzido pela Google. O primeiro deles é a já mencionada dúvida sobre a adesão do público. Mesmo que eles tenham total confiança na marca, a mudança sempre gera desconforto.
A loja de aplicativos do Android conta com mais de 1 milhão de apps disponíveis e esse número certamente é difícil de ser batido. Com menos opções disponíveis, torna-se mais complicado convencer consumidores a arriscarem em uma novidade. Além disso, outras empresas poderiam se aproveitar do momento, investir em aparelhos Android top de linha e roubar a faixa do mercado que hoje é dominada pela Samsung.

  Mudar é sempre arriscado e, quando falamos na principal empresa do segmento, isso merece ainda mais atenção. Se a Samsung mantiver seus mercados em paralelo — como afirma que irá fazer por enquanto —, com opções equipadas com Tizen e com o Android, dificilmente o novo sistema conseguirá triunfar. Se ela apostar somente no novo mercado, corre o risco de perder espaço.
Você acha que vale a pena se arriscar desse modo ou é melhor deixar as coisas como estão, fazendo com que o Tizen seja um sistema disponível apenas para quem realmente aposta no desenvolvimento open source?



 

Novo tipo de conexão USB terá encaixe reversível:

 
Além de se tornar menor, conexão não terá lado certo para ser encaixado



Novo tipo de conexão USB terá encaixe reversível


   Praticamente todos que tiveram algum contato com entradas USB já passaram por aquela irritante experiência de não acertar o lado em que o dispositivo deve ser encaixado por tentar colocá-lo de cabeça para baixo. Pois bem, saibam que isso está para virar passado em breve.
Seguindo as tendências de conexões como a Lightning Bolt e a Thunderbolt, o novo modelo de conector USB, batizado “Type-C”, terá uma entrada reversível. Isso significa que você poderá encaixar seu pendrive ou cabo independente da posição da peça, uma vez que a parte de cima e de baixo serão iguais, segundo o anúncio do USB 3.0 Promoter Group.

O que mais mudou?

   Essa não é a única mudança que o USB Type-C trará. Junto disso, teremos uma série de outras alterações, que você pode conferir logo abaixo:


  • Conexão virá com um design mais moderno;
  • Encaixe será menor, com tamanho similar ao USB 2.0 Micro-B (a entrada utilizada na maioria dos smartphones Android atuais);
  • Conexão terá suporte escalável de carregamento de energia.
   A única má notícia, como você já deve ter imaginado, é que tantas mudanças vão acarretar em uma entrada completamente diferente da que utilizamos novamente. Em um primeiro momento, é claro, isso não vai gerar grandes diferenças, visto que a nova entrada, assim como ocorre com a USB 3.0, ainda deve demorar a ser popularizada.

   O USB Type-C tem sua previsão de lançamento para o meio de 2014.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Conheça o Kingston DataTraveler HyperX Predator

   Entre algumas das suas características, o pendrive possui tecnologia USB 3.0 e conta com até 1 TB de espaço de armazenamento.


 O pendrive






Os pendrives certamente são dispositivos muito úteis, especialmente para quem precisa constantemente trocar dados entre computadores. Isso porque eles representam uma mídia mais confiável que os CDs e DVDs, pois o risco de serem danificados é menor do que ocorre com esse tipo de disco. Além disso, o sistema para transferir dados do PC para um dispositivo de armazenamento USB não requer um software especial e não tem qualquer tipo de segredo.
Porém, em tempos modernos, precisamos constantemente de mais espaço para armazenar os nossos arquivos, o que faz com que muitos substituam um pendrive por um HD externo, mesmo que este seja um pouco menos portátil. No entanto, a Kingston está tentando mudar esse conceito lançando dispositivos com mais capacidade.

   O Kingston DataTraveler HyperX Predator possui dois modelos, um com 512 GB e outro com nada menos do que 1 TB de espaço. Isso sem aumentar muito o tamanho com relação a um pendrive “normal”, além de adicionar uma carcaça com um potencial para aumentar muito a resistência do produto contra impactos. Quer saber mais sobre o aparelho? Abaixo montamos um pequeno artigo para detalhar melhor as suas características.

Embalagem e itens extras

   O pendrive vem em uma embalagem de metal muito elegante, identificando as especificações do produto na tampa. O pacote acompanha um cabo extensor USB 3.0, ideal para você fazer a conexão em portas USB que não possuam muito espaço à sua volta ou evitando que você deixe o dispositivo “pendurado” no seu PC ou Mac, fazendo com que ele possa ficar sobre a mesa, por exemplo.


Produto na caixa 

   Além disso, a Kingston também adicionou um chaveiro personalizado ao kit, com o mesmo padrão de acabamento do pendrive.

Conheça o Kingston DataTraveler HyperX Predator

    Como já mencionado, o Data Traveler HyperX Predator conta com dois modelos, sendo um deles com 512 GB e o outro com 1 TB. Ambos são revestidos por uma carcaça de liga de zinco com uma extremidade “móvel”, servindo para proteger o conector USB, de forma a evitar que ele receba danos enquanto não estiver ligado a outro dispositivo.
    No corpo do pendrive você pode conferir o espaço de armazenamento, além de ele possuir um LED que emite uma luz quando está em funcionamento. Na parte “traseira” do dispositivo há um encaixe que serve para você prender o chaveiro que acompanha o conjunto, caso você queira transportá-lo por meio desse “equipamento”.


Modelo de 512 GB 

    O acabamento é muito bem feito, deixando o Kingston DataTraveler HyperX Predator com uma aparência arrojada apesar da “robustez” da carcaça do produto. O único detalhe que poderia ser considerado um problema nesse quesito seria o espaço ocupado para conectá-lo ao computador. No entanto, como ele acompanhar um cabo extensor, tal característica é facilmente contornada.

Especificações técnicas e preço

    O aparelho pesa pouco mais de 45 gramas e possui como dimensões 72 x 27 x 21 mm, o que faz com que ele seja facilmente transportado. Ele está equipado com tecnologia USB 3.0 (certificada pela SuperSpeed), mas conta normalmente com suporte para ser utilizado com aparelhos que possuam portas USB 2.0.
    A velocidade do pendrive para a leitura e a gravação de arquivos também é impressionante, atingindo 240 MB/s e 160MB/s, respectivamente (quando operando em conjunto com uma porta USB 3.0). Dessa forma, o produto não deve ocupar mais do que alguns segundos para fazer a transferência de arquivos de até 2 GB, e o processo deve ser relativamente rápido mesmo para aqueles de tamanho realmente grande.


No detalhe: conector USB 

   No entanto, o preço do pendrive não está muito atrativo. Mesmo em promoção na Amazon, o produto está custando US$ 627,74 na versão de 512 GB ou US$ 1.325,85 para a de 1 TB (que no momento não está disponível). O Kingston DataTraveler HyperX Predator também pode ser adquirido na loja da Kingston.
  A Kingston oferece cinco anos de garantia para o pendrive, além de suporte técnico gratuito. O produto é compatível para uso com o Windows XP (SP3) ou superior, Mac OS X 10.6 e superiores e Linux a partir da versão 2.6.

Vale a pena?

    O Kingston DataTraveler HyperX Predator certamente é um produto muito interessante por várias das suas características, começando pelo tamanho. O fato de ele contar com tecnologia USB 3.0 e ter um ótimo desempenho com relação à leitura e à gravação de arquivos também são pontos de destaque para o pendrive.
   No entanto, um ponto que pode não agradar a muitos consumidores está no fato de ele possuir uma carcaça que o deixa “largo”. Ou seja, enquanto o pendrive pode ser carregado facilmente em uma mochila ou outra bolsa, alguns podem considerar pouco confortável para colocá-lo no bolso.


Robusto, mas elegante 


    Porém, por outro lado, essa proteção torna o item robusto e mais resistente, inclusive adicionando uma proteção mais eficiente para o conector USB. Entretanto, o preço altíssimo certamente representa um empecilho escolher entre ele e um modelo mais simples. Com o valor do pendrive, você pode adquirir um HD para o seu computador, um HD externo ou até mesmo um modelo SSD.
    Além disso, estamos considerando a faixa de valor no mercado norte-americano e vale lembrar que ele deve chegar com um preço ainda mais salgado ao Brasil. Por isso, embora o pendrive possua vários pontos positivos, certamente esse é um ponto negativo considerável, ainda mais se você levar em conta que, no futuro, provavelmente esses diferenciais venham a se tornar características comuns.

   Por que a maioria dos apps para celular são tão parecidos?

   Há quase 2 milhões de programas para Android, iOS e Windows Phone. Entre eles, muitas ferramentas parecidas. Por que será que isso acontece? 



Por que a maioria dos apps para celular são tão parecidos?

   Você não precisa ter muita experiência com os gadgets móveis para chegar a uma conclusão que é comum a praticamente todas as plataformas: há uma disponibilidade enorme de programas muito parecidos no mercado.  
   Se você procurar um software para criação de listas de tarefas, dezenas de alternativas praticamente iguais pipocarão em sua tela. Quer um gerenciador de finanças? Haja disposição para encontrar a melhor opção entre os vários quase iguais que existem por aí.   Se você procurar por algum game no estilo “endless runner”, então, prepare-se para uma verdadeira enxurrada de cópias do sucesso Temple Run...
Somando-se as três principais plataformas, Windows Phone, Android e iOS, pode-se dizer que há uma oferta de mais de 1,7 milhão de aplicativos. Dentro desse universo, são mais de 100 bilhões de downloads, o que vem para mostrar toda a “fome” do público por novos programas. Mas e será que nós queremos inovação ou estamos contentes em ter sempre “mais do mesmo”?

PC x portáteis

Uma das razões dessa repetição – e certo “medo” na hora de trazer inovações – pode se explicar na dinâmica de mercado que encontramos nos dias de hoje. Se nós compararmos o mundo da tecnologia que há nos dias de hoje com a época em que os computadores pessoais começaram a se popularizar, podemos encontrar dois ambientes bem distintos – algo que faz toda a diferença.


Por que a maioria dos apps para celular são tão parecidos?



   Os “Personal Computers” demoraram anos para se popularizar. Foram praticamente duas décadas de desenvolvimento até que essas máquinas começassem a chegar com força, marcando presença na casa de praticamente todo mundo.
   Isso significa que as empresas e desenvolvedores que trabalham com essa plataforma tiveram muito tempo para trabalhar em ferramentas e interfaces, experimentar coisas e fazer testes que, se não dessem certo, pelo menos representaram a tentativa de trazer algo novo.
   Já com os tablets e smartphones, todo esse tempo não foi disponibilizado. Desde que o primeiro iPhone invadiu o mercado e revolucionou o mundo dos portáteis, desenvolvedores tiveram pouco tempo para se ajustar à enorme demanda de programas.



Por que a maioria dos apps para celular são tão parecidos?



   Com isso, o tempo escasso, somado à demanda enorme e às ferramentas totalmente novas (como as telas touchscreen e pequenas se comparadas ao monitor de um PC) que os portáteis apresentaram ao mundo, os desenvolvedores não tiveram esse tempo para experimentar – e errar.

Imposição de interfaces

  O mercado mobile também popularizou algo que a Apple sempre curtiu, mas que só agora começou a aparecer em outras plataformas: a manutenção de um visual parecido em diversas aplicações diferentes. Quem sempre usou o Windows, por exemplo, esteve continuamente acostumado a encontrar programas com visuais totalmente personalizados – e que, em muitos casos, nada tinham a   ver com o sistema operacional.
Com os aparelhos móveis, isso não é bem assim. Tanto iOS, quanto Android e Windows Phone fazem de tudo para manter certo controle sobre o visual e o comportamento da maioria das aplicações. A ideia é sustentar um padrão visual, algo que daria mais estilo ao SO e que, de quebra, ainda deixaria o uso de tais gadgets bem mais intuitivo.

Apps parecidos são fáceis de usar

   Falando em programas mais amigáveis, não há como negar que softwares com interfaces semelhantes deixam tudo bem mais fácil. Hoje em dia, poucas vezes você baixa alguma aplicação e precisa quebrar a cabeça até entender como tudo funciona.



Por que a maioria dos apps para celular são tão parecidos?



   Com menus semelhantes e atalhos parecidos, você pode sempre aproveitar a sua experiência com outros softwares para utilizar o seu novo programa. Em um widget de tempo, você sabe que apertando no relógio acessará os alarmes, enquanto as ferramentas de pinça brincarão com o zoom dentro de um game ou, então, que selecionando um texto e segurando o dedo sobre ele você terá ferramentas de recortar e colar, por exemplo.
    O fato, no entanto, é que isso também pode trazer o seu lado negativo. Essa chamada homogeneização do mercado pode acabar deixando muitos clientes e desenvolvedores bem mais preguiçosos, vamos dizer assim, algo que não é bom para nenhum dos lados.
Enquanto nós, usuários, exigimos programas cada vez mais fáceis de utilizar, buscando aqueles que nos dão tudo “de mão beijada”, os responsáveis por criar novidades acabam estagnados. Basta algum software fazer sucesso para que dezenas, centenas de aplicativos extremamente semelhantes invadam rapidamente as lojas de aplicativos.

Não é exclusividade dos pequenos

   Você pode até pensar: “Mas copiar assim é coisa de desenvolvedor pequeno”. Isso pode até ser verdade, mas também não significa que os gigantes do mercado não estão de olho em tudo o que as outras empresas, sejam elas pequenas, médias ou grandes, andam fazendo por aí.


Por que a maioria dos apps para celular são tão parecidos?


    Pois é, as gigantes também não ficam de fora dessa. A Gameloft, uma das principais desenvolvedoras de jogos móveis do mercado, por exemplo, faz de tudo para apresentar ao público games parecidos com os principais sucessos das outras plataformas, trazendo títulos muito semelhantes com os grandes Need for Speed, GTA e Call of Duty, entre vários outros.
    Outro grande exemplo é o novo visual do Windows 8 (e também do Windows Phone 8) que foi influenciado – e também exerce grande influência – nos diversos outros ambientes frequentados por nós, incluindo páginas da internet, sistemas e aplicativos. Botões grandes e coloridos e imagens destacadas são a nova tendência de mercado.

Receita de sucesso

   Nessas situações, seguir os outros e simplesmente copiar os programas pode não ser a melhor solução. E, para exemplificar isso, vale lembrar uma das principais leis do marketing, que diz que, para você vencer os seus concorrentes, precisa mostrar aos seus clientes que possui algum diferencial competitivo.


Por que a maioria dos apps para celular são tão parecidos?



   Dessa forma, não adianta muito você chegar oferecendo aquilo que outras empresas (e programas) já são capazes de fazer. Ou seja, a melhor forma de manter os softwares amigáveis seria não só repetir uma fórmula de sucesso, mas, sim, aprimorá-la, tornando-a cada vez mais atraente para nós, ávidos consumidores de programas portáteis!
   Uma grande lista de exemplos pode ser citada nesse caso – principalmente quando falamos do mundo dos games. O mais recente sucesso das plataformas móveis, Candy Crush, pegou uma fórmula extremamente utilizada nos jogos, trazendo algo semelhante com o clássico Bejeweled.
   A diferença, nesse caso, é que eles adicionaram quebra-cabeças, mudaram o estilo das peças e conseguiram criar um ambiente totalmente diferenciado, o que atraiu rapidamente milhões de jogadores. Ou seja, mesmo com você sabendo que ele é um game no qual é preciso juntar pedrinhas coloridas – e que isso é algo bem parecido com outros títulos que você já conhece –, isso não importa, pois o game conseguiu se diferenciar, trazendo algo novo e divertido.

É mais barato

   O fato é que, de certa maneira, seguir uma fórmula já testada também é uma maneira mais segura de você investir no desenvolvimento de um programa. Vale lembrar que o mundo portátil deu mais espaço para empresas pequenas e programadores solitários, que podem se arriscar no lançamento de jogos e programas praticamente independentes.
   Dessa forma, um cenário acaba se reproduzindo com bastante frequência: “Se ‘fulano’ está ganhando dinheiro com determinado software, nada de perder tempo fazendo extensas pesquisas e desenvolvimento; vamos lançar uma ferramenta bem parecida e morder uma parte desse mercado”.

Originalidade vale a pena

    Além de adaptar e melhorar propostas já existentes, ainda há (muito) espaço para inovação dentro das plataformas portáteis. Vale lembrar novamente que estamos falando de algo relativamente recente – e que influenciou totalmente na maneira como lidamos com as mais diversas situações.


Por que a maioria dos apps para celular são tão parecidos?



   Nesses cerca de sete anos vivendo com os smartphones, nós com certeza ainda não pudemos aproveitar tudo o que esse tipo de equipamento tem para nos oferecer. Por isso, buscar a inovação ainda pode ser uma das principais formas de você conseguir se destacar no mercado.
  A Samsung, por exemplo, vem investindo bastante nas suas canetas inteligentes, as chamadas S-Pen. Se de início a companhia encontrou certa rejeição com relação ao recurso, hoje em dia a popularidade dos Galaxy Note tem feito a empresa expandir cada vez mais essa linha. E quem utilizou os últimos gadgets com a caneta, como o Note 8.0, por exemplo, pôde perceber que as possibilidades apresentadas pelo recurso são enormes.
   Outro grande exemplo é o WhatsApp. A companhia conseguiu trazer inovação para uma ferramenta extremamente batida no mercado, simplesmente permitindo que as pessoas pudessem trocar mensagens de maneira fácil e objetiva – algo que vem praticamente matando as tradicionais SMS.



Por que a maioria dos apps para celular são tão parecidos?



    A verdade é que nós também somos resistentes a mudanças muito drásticas, de forma que em muitos casos a releitura e aprimoramento de uma determinada aplicação, como citamos acima, acaba sendo a forma mais interessante de se apresentar uma novidade no mercado móvel. Assim, grandes novidades nos programas e nessas plataformas devem continuar aparecendo de forma lenta, com desenvolvedores e empresas fazendo tudo com mais calma do que nunca.
    E você, o que acha de tudo isso? Curte tem centenas de opções de programas parecidos ou acha que falta inovação nesse mercado? É bom ter interfaces semelhantes ou novidades poderiam aproveitar melhor o que os smartphones têm para oferecer? Não deixe de participar!



SAL

   5 coisas que você provavelmente desconhece sobre o sal

5 coisas que você provavelmente desconhece sobre o sal



    O sal é um condimento tão comum que muitas vezes nem nos damos conta de que ele guarda muitas características e funcionalidades bastante curiosas. Para começar, ele tem efeitos muito fortes sobre o corpo humano, sendo capaz de alterar a pressão sanguínea e até evitar que bócios sejam formados na tireoide.
  Além disso, o sal também torna alimentos mais saborosos e, se necessário, pode ser usado para conservá-los por mais tempo sem a necessidade de refrigeração. Mas como tudo isso funciona?

1. Adição de iodo

    Desde 1924, o governo dos Estados Unidos pediu para a empresa Morton Salt Company que iodo fosse adicionado ao sal vendido no país. Isso foi feito porque, em algumas regiões daquele país, as pessoas não estavam consumindo iodo o suficiente, já que esse elemento não está presente em grandes quantidades no solo das áreas próximas aos Grandes Lagos da América do Norte ou Noroeste Pacífico.
   Entre outros problemas, a deficiência de iodo pode causar bócio na tireoide, popularmente conhecido como “papo”. Na verdade, cerca de 90% dos casos de bócios na tireoide são desenvolvidos pela falta de iodo na dieta e, portanto, nada mais natural do que adicionar o elemento ao sal. A ideia foi copiada da Suíça, que na mesma época também investia na mesma ação.
   Felizmente, a adição de iodo ao sal custa apenas poucos centavos anuais por pessoa, o que faz com que o preço do sal continue praticamente o mesmo. Talvez por isso, a prática acabou sendo adotada pela maior parte dos países, incluindo o Brasil.

2. Por que o sal realça o sabor do alimento?

   A salinidade é um dos cinco gostos básicos que a língua humana pode detectar. Como se não bastasse, adicionar sal ao alimento faz com que certas moléculas sejam mais facilmente liberadas no ar, o que favorece o aroma da comida. E como sabemos, o aroma é parte muito importante da percepção de gosto.
   Além disso, o sal também ajuda a suprimir o sabor amargo. Essa é a razão, por exemplo, de esse condimento ser usado na hora de comer grape fruit. Ele também pode ser usado em alimentos doces ou azedos, como forma de equilibrar o sabor.

3. Por que o sal faz a pressão subir?

   A ideia de que sal faz a pressão a subir vem circulando pelo mundo desde a década de 60. É por isso, por exemplo, que as pessoas mais velhas ou com problemas de coração acabam reduzindo o consumo desse condimento. Porém, de acordo com o site Today I Found Out, não existe muito respaldo para essa preocupação.
   Existem alguns estudos que mostram um risco pequeno na possibilidade de a pressão sanguínea subir com a ingestão de uma quantidade muito grande de sal. Também existem muitos estudos que não mostram alteração na pressão e alguns que chegam à conclusão de que a redução de sal pode, na verdade, fazer a pressão subir.
   A ideia de que o sal faz a pressão subir vem da pressão osmótica. A osmose é o movimento de um solvente (a água) atravessando membranas semipermeáveis (paredes das células), em áreas de baixa concentração de substâncias (sal) para áreas de alta concentração. Isso, naturalmente, equaliza a concentração em ambos os lados da membrana.


Cristais de sal de cozinha 
 
     Assim, a história de que o sal faz aumentar a pressão vem da ideia de que, ao consumir muito sal, a corrente sanguínea fica com mais sódio do que as outras partes do corpo. Isso faz com que a água dessas áreas seja enviada para o sangue e, consequentemente, o aumento de fluido dentro de veias e artérias faz a pressão aumentar. Além disso, o sal também age como um agente irritante, fazendo com que as artérias se contraiam, o que também causaria o aumento da pressão.
   Porém, apesar de isso ser amplamente aceito por governos e médicos do mundo todo, os estudos recentes não dão respaldo à teoria. Em 2001, dois estudos publicados no site Cochrane Reviews chegaram à conclusão que, depois de 150 exames clínicos e o estudo de 13 populações, não há uma indicação clara a favor da redução de sódio.

4. Como o sal preserva carnes?

   Hoje, todo mundo prefere recorrer ao freezer ou à geladeira para conservar melhor bifes ou pedaços de carne do churrasco. Porém, houve uma época em que o sal era usado com essa finalidade e, ainda hoje, é possível encontrar alguns tipos de carnes que são produzidos dessa forma.
   Essa capacidade de preservar os alimentos também se deve à pressão osmótica. Ao fazer com que a carne perca água, o sal acaba eliminando um dos principais elementos para a existência de fungos e bactérias, fazendo com que o “bife” dure muito mais.

5. Removedor de manchas

    Derrubou suco de uva no carpete? Não tem problema: o sal apaga o estrago. Porém, seja rápido. Dentro de 5 a 10 minutos, o sal que estava seco quando jogado e espalhado sobre a mancha começa a absorver o líquido.
    Depois de 15 minutos, use um aspirador de pó para remover o sal, porém, cuidado para não esfregá-lo sobre a superfície. Se a mancha persistir, repita a operação até que ela saia completamente ou, então, até que o sal não tenha mais líquido para absorver.


sábado, 20 de julho de 2013

Android 4.2 x iOS 7 x Windows Phone 8.

  Comparação: Android 4.2 x iOS 7 x Windows Phone 8.

   Ainda em dúvida sobre qual smartphone escolher? Comparamos as diferentes versões dos SOs para que você conheça o básico sobre eles antes de comprar um novo produto.


   Por mais que as características de cada um sejam conhecidas, não são todos os consumidores que já tiveram contato com os três principais SOs mobile do mercado: Android, iOS e Windows Phone. 
    Nossa proposta neste comparativo não é mostrar qual deles é o melhor em determinada função, mas sim apresentar as características de cada um dos SOs em funções simples, como acesso às notificações, compra de um aplicativo na loja ou desinstalação de apps.

  Para este artigo, utilizamos os aparelhos com as versões mais recentes dos SOs: o iPhone 5, rodando o iOS 7; o Nokia Lumia 920, rodando o Windows Phone 8; e os modelos Samsung Galaxy S4, HTC One e Samsung Galaxy Nexus rodando o Android 4.2. No caso dos aparelhos com Android, optamos por utilizar mais de um modelo justamente por conta das modificações de sistema feitas pelas fabricantes, que tornam alguns detalhes diferentes entre eles.


Comparação: Android 4.2 x iOS 7 x Windows Phone 8 [vídeo] 

Tela de bloqueio

iOS 7

   Na tela de bloqueio são exibidas informações como horário, data, status da bateria e intensidade do sinal de WiFi ou 3G.

   Tocando sobre o ícone de câmera e deslizando a tela de baixo para cima é possível acessar a câmera. É preciso deslizar o dedo da esquerda para a direita para habilitar o uso do aparelho. O desbloqueio é feito mediante uma senha numérica ou sem nenhum tipo de senha.

Windows Phone 8

  Já no Windows Phone 8 são exibidas informações como horário, data, status de bateria, vibra call (se ativo) e intensidade do sinal de WiFi ou 3G. Para desbloquear o Windows Phone 8, é preciso deslizar o dedo de baixo para cima. O desbloqueio é feito mediante uma senha numérica ou sem nenhum tipo de senha.

Android

  Na tela bloqueada são exibidas informações como horário, data, status de bateria, vibra call, intensidade do sinal de WiFi e 3G e pequenos ícones de aplicativos com notificações ou atualizações. O desbloqueio pode ser feito de várias formas, sendo possível escolher qual delas você deseja: deslizar da esquerda para a direita, desbloqueio facial, ligar pontos, senha numérica ou alfanumérica.


Comparação: Android 4.2 x iOS 7 x Windows Phone 8 [vídeo] 

Tela inicial

iOS 7

  A tela inicial do iOS 7 exibe os ícones de 20 apps, divididos em cinco linhas. Há ainda uma sexta linha fixa, com quatro ícones. A ordem deles pode ser personalizada.

Windows Phone 8

  A tela inicial do Windows Phone 8 exibe as chamadas live tiles, que podem ser personalizadas. Alguns aplicativos funcionam como widgets, exibindo atualizações de status. É possível ainda escolher um entre três tamanhos de tiles.

Android

   Como cada fabricante pode personalizar o SO, há muita variação entre as mesmas versões de Android de um aparelho para outro. Entretanto, na tela inicial você tem acesso basicamente a uma lista de ícones de apps e também pode adicionar widgets. Além das customizações de cada fabricante, existe uma série de launchers no Google Play que podem modificar a tela inicial completamente.


Comparação: Android 4.2 x iOS 7 x Windows Phone 8 [vídeo] 


Notificações

iOS 7

  A Central de Notificações pode ser acessada deslizando o dedo de cima para baixo na tela. Ela organiza as informações dos seus aplicativos de três formas: diárias, perdidas ou todas. Além disso, caso existam eventos programados no seu calendário, eles também serão listados.

Windows Phone 8

   Não há uma central de notificações propriamente dita. Entretanto, como muitos apps funcionam como widgets, eles podem ser configurados para exibir atualizações no próprio ícone, o que, de certa forma, transforma a tela inicial em uma central.

Android

  Para ter acesso à central de notificações, basta deslizar o dedo de cima para baixo na tela. Os resultados incluem as atualizações de aplicativos e lista de conteúdos baixados, além de notificações de conteúdo, como emails e atualizações em redes sociais.


Comparação: Android 4.2 x iOS 7 x Windows Phone 8 [vídeo] 


Chamadas e mensagens

iOS 7

    Por meio do ícone Telefone você acessa os serviços de chamadas. Nele é possível configurar números favoritos, acessar as chamadas recentes, verificar a lista de contatos ou acessar o teclado virtual para efetuar uma nova chamada. Há ainda um atalho direto para a função voicemail. A lista de chamadas é divida em “todas” e “perdidas”.
Já as Mensagens são acessadas por meio de outro aplicativo. Ao acessar o app, você visualiza uma lista ordenada de acordo com as conversas mais recentes enviadas ou recebidas. Com o iMessage, as conversas são gratuitas entre aparelhos da Apple, seja via WiFi ou 3G. A cor de fundo indica o modo de envio da mensagem: azul para gratuitas e verde para as pagas.

Windows Phone 8

   Tocando no ícone de Telefone você tem acesso ao app que faz e recebe chamadas. Por padrão, é exibida a lista com o histórico de conversas. Há atalhos para a caixa postal, teclado, agenda de contatos e um campo de busca.
Já as mensagens são feitas por um ícone à parte e, da mesma forma, é listado um histórico das conversas na página inicial. Há três atalhos: adicionar (para compor uma nova mensagem para um contato que não esteja no histórico) definição do status do chat e lista de conversas.

Android

   O app Telefone, por padrão, direciona o usuário para o teclado. Além disso, há outros três atalhos: registros, que lista o histórico de ligações; favoritos, que acessa os principais números cadastros; e Contatos, que exibe a sua agenda. Já o app Mensagens lista as últimas conversas por padrão e, nos atalhos, há apenas a opção de compor uma nova mensagem.


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Teclado

iOS 7

  O teclado está disponível em português e conta com recursos de autocompletar, autocorreção e destaque para palavras com erro de ortografia.

Windows Phone 8

  Da mesma forma, o teclado está disponível em português e conta com recursos de auto completar, autocorreção e destaque de palavras com erro de ortografia.

Android

  Assim como nos outros dois SOs, o teclado do Android está disponível em português e conta com recursos de auto completar, autocorreção e destaque para palavras com erro de ortografia. Além disso, os modelos com o SO da Google contam com o recurso Swype, que permite deslizar o dedo sobre as teclas virtuais para formar uma palavra. Há outras opções de customização de teclado que podem ser baixadas no Google Play.


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Loja

iOS

   Para acessar a loja é preciso criar um Apple ID. Depois de criar a sua conta de usuário, você é direcionado para a loja do seu país e pode baixar tranquilamente apps gratuitos. Para comprar um app, é preciso ter um cartão de crédito. Alguns apps podem não estar disponíveis na loja brasileira. Para comprar apps em lojas internacionais, como a dos EUA, é preciso ter um cartão de crédito norte-americano ou adquirir um gift card, que oficialmente não é vendido no Brasil, mas pode ser comprado via importação.

Windows Phone 8

   Para acessar a loja é preciso criar uma conta Microsoft. Você é direcionado para a loja do seu país, mas é possível mudar a região para comprar apps de outros lugares. Para comprar aplicativos é preciso ter um cartão de crédito nacional ou internacional.

Android

  Para acessar a loja é preciso ter uma conta do Google. O Google Play é unificado, mas por padrão você é direcionado para a loja brasileira. Você pode baixar aplicativos gratuitos sem maiores restrições. Para comprar apps é preciso ter um cartão de crédito. Em alguns países, é possível comprar gift cards, mas essa opção ainda não está disponível no Brasil.


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Player de áudio

iOS 7

  O player de música do iOS permite ordenar as músicas por artistas, por canção ou ainda a partir de grupos personalizados. Álbuns, gêneros e compositores também estão entre as opções. O iOS 7 passou a contar com o recurso Radio iTunes, mas que não está disponível no Brasil.

Windows Phone 8

   O player de música do Windows Phone 8 é integrado com o player de vídeo e permite a organização de canções, vídeos, podcasts e acesso à loja. Dentro da lista de músicas, é possível ordenar as faixas por artista, álbuns ou canções, além de criar listas específicas ou selecionar o que você vai ouvir por gênero.

Android

   O recurso Música do Android permite a organização do conteúdo por álbuns, canções, gênero, artistas ou listas de reprodução. Muitos fabricantes incluem ainda no SO seus próprios players, com funções variáveis. Durante a execução de uma faixa, é exibida a capa do álbum.


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Central de controle

iOS 7

  Deslizar os dedos de baixo para cima faz com que seja aberta a central de controle. Nela você pode acessar recursos como WiFi, Bluetooth, modo avião, controle de rotação e não perturbe. Além disso, há atalhos para o controle de brilho da tela, para o player de música, para o AirDrop e também para os recursos de câmera, calculadora, relógio e lanterna.

Windows Phone 8

   Não há uma central de controle com acesso rápido. Entretanto é possível habilitar ou desabilitar praticamente todas as funções do aparelho a partir do item Configurações.

Android

   O acesso à central de controle é feito quando você desliza os dedos de cima para baixo na tela. Nela você pode habilitar itens como WiFi, GPS, bloqueio de rotação e Bluetooth, além de controlar os níveis de volume. Quanto mais potente for o aparelho ou mais recursos ele tiver, maior será o número de opções exibidas. É possível ainda personalizar quais itens vão aparecem nesse menu.


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Desinstalação de aplicativos

iOS

  Basta pressionar o ícone do aplicativo por alguns segundos, até que um X apareça no canto dele. Em seguida, toque em “Apagar” para confirmar a exclusão.

Windows Phone 8

  Basta pressionar o ícone do aplicativo por alguns segundos, até que um menu seja aberto. Nele, localize a opção “Desinstalar” e toque sobre ela para confirmar a exclusão.

Android

   Em “Configurações” acesse o recurso de “Gerenciador de aplicações”. Na lista de aplicativos, selecione aquele que você deseja excluir e clique sobre ele. Na tela seguinte, selecione a opção “Desinstalar”. Alguns aplicativos disponíveis no Google Play também são capazes de realizar funções similares.


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Personalização

iOS 7

   É possível modificar basicamente os papéis de parede da tela de bloqueio e do plano de fundo. Os apps disponíveis no dock também podem ser alterados, assim como o toque do celular.

Windows Phone 8

   É possível mudar o tamanho das live tiles e também escolher quais são os itens que estarão presentes nesta página inicial. A imagem da tela de bloqueio e as cores das tiles também podem ser alteradas.

Android

   É possível modificar o tipo de bloqueio, incluir ou excluir widgets na tela inicial ou ainda baixar launchers personalizados. Há ainda aplicativos para desinstalar apps e gerenciar conteúdos. Você pode modificar também os papéis de parede e planos de fundo, inclusive com opções animadas. As modificações na interface variam de acordo com cada fabricante.
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Agora que você já conhece um pouco mais sobre cada um dos sistema operacionais, qual será a sua escolha na próxima compra de smartphone?





Vídeo sobre o assunto... Tirado do TecMundo...

































iPhone 4

 

   iPhone 4 agora custa R$ 1.000 na TIM.

   Compra no plano pós-pago permite parcelar o valor em até 12 vezes sem juros.

 

iPhone 4 agora custa R$ 1.000 na TIM 

A TIM inicia neste sábado uma promoção de venda para o iPhone 4. A partir de agora, quem comprar o smartphone da Apple pagará R$ 1.000 – o valor anterior era de R$ 1.100. O produto pode ser pago em até 12 vezes sem juros no cartão de crédito caso você opte por contratar um plano pós-pago.
Já para aqueles que quiserem comprar o iPhone, mas não pretendem ter nenhum tipo de vínculo com a operadora (plano pré-pago ou sem chip) o preço é o mesmo, mas só é possível parcelar a compra em até três vezes sem juros no cartão. A promoção é válida para todo o Brasil.

Yahoo!

  Yahoo! divulga balanço financeiro com receita de US$ 1 bilhão.

   Resultado marca um ano da empresa no comando da nova CEO, Marissa Mayer.

 

 Yahoo! divulga balanço financeiro com receita de US$ 1 bilhão 
   Empresa apresenta resultados melhores que o esperado. (Fonte da imagem: Divulgação/Yahoo!).

  O Yahoo! divulgou seu balanço trimestral financeiro e registrou uma receita líquida de US$ 1,07 bilhão. Com isso, a empresa conseguiu repassar US$ 0,35 em dividendos por cada ação para seus acionistas. 

  A expectativa do mercado para a empresa no último trimestre fiscal era muito parecida com o que foi divulgado hoje, esperando assim US$ 1,08 bilhão em receita com ganhos de US$ 0,3 por ação.

  A divulgação desses resultados, além de mostrar que a empresa finalmente conseguiu começar sua recuperação depois de muitas perdas, comemorou também o “aniversário” de um ano de Marissa Mayer como CEO da companhia.

Preços em baixa

   O Yahoo!, mesmo divulgando um resultado melhor do que o esperado, viu suas ações caírem depois do anúncio. Isso, entretanto, pode estar ligado a demais resultados comerciais da empresa. O preço da visualização de anúncios, por exemplo, caiu 11%. Ainda assim a receita proveniente das buscas feitas na plataforma de pesquisas cresceu 5%, assim como a quantidade de cliques pagos, que subiram 21% em quantidade. Mesmo com o resultado, esse último item teve 8% de queda no valor unitário.

Nova administração

  O que Mayer tem feito para colocar o Yahoo! de volta nos trilhos é basicamente reestruturar o espaço de trabalho dos seus colaboradores, além de investir em novos talentos nas áreas de desenvolvimento e engenharia. Isso aconteceu basicamente pela compra de empresas menores, sendo 16 nos últimos 12 meses. Entre elas, está o Tumblr, que custou US$ 1,1 bilhão. No fim das contas, os lucros totais da empresa fecharam em US$ 137 milhões no trimestre fiscal.


Google Glass...

   

 Google Glass possui outra vulnerabilidade em sua conexão WiFi.

    Óculos da Google estariam suscetíveis a um truque efetuado por um aparelho que se faz passar por uma rede sem fio já conectada anteriormente para roubar informações.


 
Google Glass possui outra vulnerabilidade em sua conexão WiFi


  Há alguns dias atrás, a google anunciou o lançamento de um patch que corrige uma falha de segurança do Glass, que permitia a qualquer hacker tomar controle total de seu sistema usando simples QR Codes.

   Porém, essa não seria a única vulnerabilidade dos óculos de realidade aumentada da gigante das buscas. De acordo com a Symantec, renomada empresa de segurança da internet, o dispositivo possui outra brecha também em relação à sua conectividade WiFi, a qual possibilitaria o roubo de dados.

   A companhia cita um dispositivo chamado Wi-Fi Pineapple que se faz passar por uma rede sem fio com a qual o gadget já havia se conectado e a mantinha na “memória” funções que, por exemplo, nos permitem conectar a uma rede WiFi gratuita automaticamente sempre que essa mesma for detectada. A partir desse truque, o aparato malicioso teria acesso a todas as informações transmitidas pelo Google Glass.


Google Glass possui outra vulnerabilidade em sua conexão WiFi 


   O golpe pode ser aplicado a qualquer eletrônico que possua tal funcionalidade de manter as redes sem fio registradas. O agravante no caso do produto da gigante das buscas é que, devido à interação com a sua interface ser menos prática (já que ele não possui um teclado, por exemplo), ele não avisa a pessoa que o está utilizando e se conecta diretamente à rede WiFi.
 
  A Symantec explica que encontrar uma solução para isso não será nada fácil e deve demorar um pouco. Nesse caso, o ideal é que as pessoas tomem uma rede sem fio gratuita sempre como maliciosa e prefiram navegar pela web por meio de conexões asseguradas por criptografias ou VPN — formas que exigem algum tipo de senha de acesso. Até o momento, a Google não se pronunciou sobre o assunto.




Gradiente + IPHONE

   Gradiente parte pra cima da Apple para obter a marca IPHONE no Brasil.

 

  Companhia nacional dá entrada em novo pedido para indeferir as solicitações realizadas pela Maçã, acusando a empresa norte-americana de agir de má-fé em diversos países para vender seu smartphone.

 

 

Gradiente parte pra cima da Apple para obter a marca IPHONE no Brasil



   A IGB Eletrônica S.A., mais conhecida como Gradiente, reabriu a batalha judicial contra a Apple pela disputa dos direitos sobre a marca “IPHONE” no Brasil — uma novela que vem se desenrolando há quase um ano.



Gradiente parte pra cima da Apple para obter a marca IPHONE no Brasil


    No último capítulo, foi tentado fixar um acordo entre as companhias por intermédio do Ministério Púbico de São Paulo. Porém, aparentemente, essa solução amigável não teve muito sucesso e nada conclusivo foi determinado pela justiça — embora tenha ficado indícios de que a Maçã seria, ao menos, obrigada a pagar uma indenização à Gradiente.

  No último dia 17, a empresa brasileira protocolou um novo processo, de número 0490011-84.2013.4.02.5101, junto à comarca do Rio de Janeiro. Nesse documento, a Gradiente acusa a Apple de “arrogância ímpar” e “contumaz litigante de má-fé”, ou seja, que ela costuma usar meios ilícitos e antiéticos para conseguir o que quer.

   Para tentar provar isso, a companhia nacional mencionou todos os casos em que a Maçã se envolveu nos últimos anos devido ao nome do seu smartphone — não medindo palavras para exaltar as ações “maliciosas” da empresa estrangeira. Abaixo, você confere alguns dos trechos mais contundentes desse documento. Caso você queira acessá-lo na íntegra (em PDF), clique aqui.

Eu sei o que você fez no passado

   “Já o segundo pleito da APPLE só vem a corroborar a sua soberba e espírito autoritário: requer a APPLE que o INPI seja intimado a se manifestar sobre os ‘relevantíssimos documentos’ acostados à réplica. Ao assim agir, tenta APPLE ocupar o lugar desse D. Juízo (a quem compete exclusivamente a condução do processo), bem como impor e exigir que as partes adversas se manifestem, a qualquer custo, sobre os seus ‘valiosos’ documentos”.

   “O passado da APPLE lhe condena. A má-fé da Autora não é conduta restrita aos presentes autos. Ao contrário, a temerária conduta de ignorar direitos de propriedade industrial de terceiros é pratica corriqueira e habitual para a Autora”.

   “A primeira vítima a experimentar essa lamentável conduta foi a empresa americana Cisco Systems Inc. (‘CISCO’), titular da marca ‘IPHONE’ nos Estados Unidos da América, conforme registro obtido no USPTO em 1996 — muito antes, portanto, da criação do produto homônimo da Autora, ocorrido mais de uma década após o registro da CISCO”.


Gradiente parte pra cima da Apple para obter a marca IPHONE no Brasil 


   “No Canadá, o termo ‘IPHONE’, quando do lançamento do malfadado aparelho celular da APPLE, já era de propriedade de terceiros. Com efeito, Comwave Telecom Inc.
 (‘COMWAVE’) usava dito termo desde junho de 2004, e era a legítima titular do registro para a marca IPHONE no Canadá. Mesmo sabedora dessa anterioridade, APPLE lançou, no Canadá, o seu aparelho celular ‘IPHONE’, e depositou fraudulentamente marca homônima à de COMWAVE”.

  “Mas não é só. Além desses reprováveis episódios, relembre-se, ainda, que como já informado às fls. 167 e 665, a APPLE também perdeu o direito de uso da marca ‘IPHONE’ no México, em razão da anterioridade dos direitos da empresa Ifone, detentora da marca ‘IFONE desde 2002”.

“Vê-se, portanto, que a conduta habitual da APPLE é de infringir direitos de terceiros, burlando não só a lei, mas também princípios éticos ao agir de modo fraudulento e ardiloso”.




Impressoras 3Ds...

  

   Robtec traz novas versões da Cube para o Brasil.

   Impressoras 3D chegam com exclusividade de venda pela empresa e oferecem diversos diferenciais.


 Robtec traz novas versões da Cube para o Brasil
 


   A Robtec traz ao Brasil, em parceria com a 3D Systems, a CubeX, impressora 3D de uso pessoal mais avançada disponível no país. O equipamento chega em três versões: a tradicional X, a Duo e a Trio.

  As impressoras são portáteis, pequenas e são modelos superiores à Cube, lançada em abril pela empresa no país, que já veio com componentes especiais e se diferencia de todas as impressoras 3D pessoais oferecidas para compra em território brasileiro.

  Agora, os usuários aficionados por tecnologia têm à disposição uma impressora 3D com a maior área de impressão existente, rapidez no funcionamento, chegando a uma velocidade duas vezes superior em relação às máquinas da mesma categoria, e a possibilidade de imprimir um único objeto em diferentes materiais (plásticos ABS e PLA) e cores - são mais de 30 opções, sendo possível obter até 4.000 combinações para colorir as criações.

   Ainda, o equipamento permite imprimir em três resoluções: SD (Standart Definition), CD (Crisp Definition) e HD (High Definition). O novo sistema de impressão 3D da CubeX não utiliza parafusos e rolamentos e acompanha um software amigável para criação de desenhos a serem materializados. O lançamento da Robtec tem valores a partir de R$ 10.990.

   “Estamos satisfeitos em oferecer, num curto espaço de tempo, as melhores impressoras 3D que o mercado no Brasil já teve. Isso significa que, além da popularização do equipamento, estamos revolucionando a forma de produção e consumo das pessoas”, comemora Luiz Fernando Dompieri, diretor-geral da Robtec.



Velocimetro


 Teste de Velocidade

   Sua conexão está deixando você com a pulga atrás da orelha? Tire suas dúvidas medindo a velocidade da sua internet.

 

 http://baixa.ki/teste

EA anuncia atualização...

EA anuncia atualização que permite visitar seus amigos em The Sims FreePlay

Neighbors adiciona novos amigos, aventuras inéditas e outras possibilidades ao jogo social gratuito para dispositivos móveis.


EA anuncia atualização que permite visitar seus amigos em The Sims FreePlay


   A febre mundial The Sims chegou aos dispositivos móveis numa versão gratuita no final do ano passado: The Sims FreePlay A electronic Art acaba de anunciar o lançamento de uma atualização para o game: “Neighbors”, que permitirá aos jogadores explorar as cidades de seus amigos reais, formar novos relacionamentos, utilizar dezenas de itens de decoração em estilos nórdicos e muito mais.

  Essa é a primeira vez na série em que será possível visitar as cidades de seus amigos, conferir e comparar os talentos de decoração que cada um tem e formar novos relacionamentos com seus Sims vizinhos. O jogador ganhará pontos virtuais ao cumprir objetivos em cidades próximas. Os pontos poderão ser trocados por itens exclusivos no game.

As novidades na mobília contam com mais de 100 peças inéditas de decoração, incluindo uma nova casa escandinava, estética dos anos 60 e 70 e até um fondue para pontuar os itens exclusivos. Também será possível realizar uma reforma completa de toda a mobília!
A atualização “Neighbors” para The Sims FreePlay já está disponível e pode ser baixado gratuitamente na App Store e no Google Play.





Apple e Samsung estariam selando acordo sobre patentes fora dos tribunais The Wall Street Journal

   Apple e Samsung estariam selando acordo sobre patentes fora dos tribunais.

  De acordo com fontes anônimas da indústria, gigantes da tecnologia estariam dispostas a resolver por meio de acordo amigável as desavenças de propriedade intelectual que se arrastam por anos.



Apple e Samsung estariam selando acordo sobre patentes fora dos tribunais


  Ao que parece, Apple e Samsung cansaram de travar batalhas judiciais intermináveis por supostas quebras de patentes de ambos os lados.

  De acordo com uma matéria do The Wall Street Journal, com base em informações passadas por fontes anônimas da indústria, as companhias têm mantido contínuas discussões para resolver as disputas de propriedade intelectual fora dos tribunais.

  Apesar disso, os informantes teriam revelado que um acordo final entre elas está relativamente longe de ser concretizado, sendo especulado um prazo de conclusão das negociações para fevereiro do ano que vem.
 
  Segundo o jornal norte-americano, citado pelo site BGR a “Samsung tem tentado um amplo acordo de licenciamento cruzado de patentes que terminaria com as pendências litigiosas  entre as companhias. Porém, não está claro se a Apple tem interesse nesse tipo de acordo”.

  Quer saber mais sobre a guerra judicial protagonizada pela gigante das buscas e a empresa da Maçã? Então não deixe de conferir as notícias e artigos abaixo: