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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Conheça o Kingston DataTraveler HyperX Predator

   Entre algumas das suas características, o pendrive possui tecnologia USB 3.0 e conta com até 1 TB de espaço de armazenamento.


 O pendrive






Os pendrives certamente são dispositivos muito úteis, especialmente para quem precisa constantemente trocar dados entre computadores. Isso porque eles representam uma mídia mais confiável que os CDs e DVDs, pois o risco de serem danificados é menor do que ocorre com esse tipo de disco. Além disso, o sistema para transferir dados do PC para um dispositivo de armazenamento USB não requer um software especial e não tem qualquer tipo de segredo.
Porém, em tempos modernos, precisamos constantemente de mais espaço para armazenar os nossos arquivos, o que faz com que muitos substituam um pendrive por um HD externo, mesmo que este seja um pouco menos portátil. No entanto, a Kingston está tentando mudar esse conceito lançando dispositivos com mais capacidade.

   O Kingston DataTraveler HyperX Predator possui dois modelos, um com 512 GB e outro com nada menos do que 1 TB de espaço. Isso sem aumentar muito o tamanho com relação a um pendrive “normal”, além de adicionar uma carcaça com um potencial para aumentar muito a resistência do produto contra impactos. Quer saber mais sobre o aparelho? Abaixo montamos um pequeno artigo para detalhar melhor as suas características.

Embalagem e itens extras

   O pendrive vem em uma embalagem de metal muito elegante, identificando as especificações do produto na tampa. O pacote acompanha um cabo extensor USB 3.0, ideal para você fazer a conexão em portas USB que não possuam muito espaço à sua volta ou evitando que você deixe o dispositivo “pendurado” no seu PC ou Mac, fazendo com que ele possa ficar sobre a mesa, por exemplo.


Produto na caixa 

   Além disso, a Kingston também adicionou um chaveiro personalizado ao kit, com o mesmo padrão de acabamento do pendrive.

Conheça o Kingston DataTraveler HyperX Predator

    Como já mencionado, o Data Traveler HyperX Predator conta com dois modelos, sendo um deles com 512 GB e o outro com 1 TB. Ambos são revestidos por uma carcaça de liga de zinco com uma extremidade “móvel”, servindo para proteger o conector USB, de forma a evitar que ele receba danos enquanto não estiver ligado a outro dispositivo.
    No corpo do pendrive você pode conferir o espaço de armazenamento, além de ele possuir um LED que emite uma luz quando está em funcionamento. Na parte “traseira” do dispositivo há um encaixe que serve para você prender o chaveiro que acompanha o conjunto, caso você queira transportá-lo por meio desse “equipamento”.


Modelo de 512 GB 

    O acabamento é muito bem feito, deixando o Kingston DataTraveler HyperX Predator com uma aparência arrojada apesar da “robustez” da carcaça do produto. O único detalhe que poderia ser considerado um problema nesse quesito seria o espaço ocupado para conectá-lo ao computador. No entanto, como ele acompanhar um cabo extensor, tal característica é facilmente contornada.

Especificações técnicas e preço

    O aparelho pesa pouco mais de 45 gramas e possui como dimensões 72 x 27 x 21 mm, o que faz com que ele seja facilmente transportado. Ele está equipado com tecnologia USB 3.0 (certificada pela SuperSpeed), mas conta normalmente com suporte para ser utilizado com aparelhos que possuam portas USB 2.0.
    A velocidade do pendrive para a leitura e a gravação de arquivos também é impressionante, atingindo 240 MB/s e 160MB/s, respectivamente (quando operando em conjunto com uma porta USB 3.0). Dessa forma, o produto não deve ocupar mais do que alguns segundos para fazer a transferência de arquivos de até 2 GB, e o processo deve ser relativamente rápido mesmo para aqueles de tamanho realmente grande.


No detalhe: conector USB 

   No entanto, o preço do pendrive não está muito atrativo. Mesmo em promoção na Amazon, o produto está custando US$ 627,74 na versão de 512 GB ou US$ 1.325,85 para a de 1 TB (que no momento não está disponível). O Kingston DataTraveler HyperX Predator também pode ser adquirido na loja da Kingston.
  A Kingston oferece cinco anos de garantia para o pendrive, além de suporte técnico gratuito. O produto é compatível para uso com o Windows XP (SP3) ou superior, Mac OS X 10.6 e superiores e Linux a partir da versão 2.6.

Vale a pena?

    O Kingston DataTraveler HyperX Predator certamente é um produto muito interessante por várias das suas características, começando pelo tamanho. O fato de ele contar com tecnologia USB 3.0 e ter um ótimo desempenho com relação à leitura e à gravação de arquivos também são pontos de destaque para o pendrive.
   No entanto, um ponto que pode não agradar a muitos consumidores está no fato de ele possuir uma carcaça que o deixa “largo”. Ou seja, enquanto o pendrive pode ser carregado facilmente em uma mochila ou outra bolsa, alguns podem considerar pouco confortável para colocá-lo no bolso.


Robusto, mas elegante 


    Porém, por outro lado, essa proteção torna o item robusto e mais resistente, inclusive adicionando uma proteção mais eficiente para o conector USB. Entretanto, o preço altíssimo certamente representa um empecilho escolher entre ele e um modelo mais simples. Com o valor do pendrive, você pode adquirir um HD para o seu computador, um HD externo ou até mesmo um modelo SSD.
    Além disso, estamos considerando a faixa de valor no mercado norte-americano e vale lembrar que ele deve chegar com um preço ainda mais salgado ao Brasil. Por isso, embora o pendrive possua vários pontos positivos, certamente esse é um ponto negativo considerável, ainda mais se você levar em conta que, no futuro, provavelmente esses diferenciais venham a se tornar características comuns.

   Por que a maioria dos apps para celular são tão parecidos?

   Há quase 2 milhões de programas para Android, iOS e Windows Phone. Entre eles, muitas ferramentas parecidas. Por que será que isso acontece? 



Por que a maioria dos apps para celular são tão parecidos?

   Você não precisa ter muita experiência com os gadgets móveis para chegar a uma conclusão que é comum a praticamente todas as plataformas: há uma disponibilidade enorme de programas muito parecidos no mercado.  
   Se você procurar um software para criação de listas de tarefas, dezenas de alternativas praticamente iguais pipocarão em sua tela. Quer um gerenciador de finanças? Haja disposição para encontrar a melhor opção entre os vários quase iguais que existem por aí.   Se você procurar por algum game no estilo “endless runner”, então, prepare-se para uma verdadeira enxurrada de cópias do sucesso Temple Run...
Somando-se as três principais plataformas, Windows Phone, Android e iOS, pode-se dizer que há uma oferta de mais de 1,7 milhão de aplicativos. Dentro desse universo, são mais de 100 bilhões de downloads, o que vem para mostrar toda a “fome” do público por novos programas. Mas e será que nós queremos inovação ou estamos contentes em ter sempre “mais do mesmo”?

PC x portáteis

Uma das razões dessa repetição – e certo “medo” na hora de trazer inovações – pode se explicar na dinâmica de mercado que encontramos nos dias de hoje. Se nós compararmos o mundo da tecnologia que há nos dias de hoje com a época em que os computadores pessoais começaram a se popularizar, podemos encontrar dois ambientes bem distintos – algo que faz toda a diferença.


Por que a maioria dos apps para celular são tão parecidos?



   Os “Personal Computers” demoraram anos para se popularizar. Foram praticamente duas décadas de desenvolvimento até que essas máquinas começassem a chegar com força, marcando presença na casa de praticamente todo mundo.
   Isso significa que as empresas e desenvolvedores que trabalham com essa plataforma tiveram muito tempo para trabalhar em ferramentas e interfaces, experimentar coisas e fazer testes que, se não dessem certo, pelo menos representaram a tentativa de trazer algo novo.
   Já com os tablets e smartphones, todo esse tempo não foi disponibilizado. Desde que o primeiro iPhone invadiu o mercado e revolucionou o mundo dos portáteis, desenvolvedores tiveram pouco tempo para se ajustar à enorme demanda de programas.



Por que a maioria dos apps para celular são tão parecidos?



   Com isso, o tempo escasso, somado à demanda enorme e às ferramentas totalmente novas (como as telas touchscreen e pequenas se comparadas ao monitor de um PC) que os portáteis apresentaram ao mundo, os desenvolvedores não tiveram esse tempo para experimentar – e errar.

Imposição de interfaces

  O mercado mobile também popularizou algo que a Apple sempre curtiu, mas que só agora começou a aparecer em outras plataformas: a manutenção de um visual parecido em diversas aplicações diferentes. Quem sempre usou o Windows, por exemplo, esteve continuamente acostumado a encontrar programas com visuais totalmente personalizados – e que, em muitos casos, nada tinham a   ver com o sistema operacional.
Com os aparelhos móveis, isso não é bem assim. Tanto iOS, quanto Android e Windows Phone fazem de tudo para manter certo controle sobre o visual e o comportamento da maioria das aplicações. A ideia é sustentar um padrão visual, algo que daria mais estilo ao SO e que, de quebra, ainda deixaria o uso de tais gadgets bem mais intuitivo.

Apps parecidos são fáceis de usar

   Falando em programas mais amigáveis, não há como negar que softwares com interfaces semelhantes deixam tudo bem mais fácil. Hoje em dia, poucas vezes você baixa alguma aplicação e precisa quebrar a cabeça até entender como tudo funciona.



Por que a maioria dos apps para celular são tão parecidos?



   Com menus semelhantes e atalhos parecidos, você pode sempre aproveitar a sua experiência com outros softwares para utilizar o seu novo programa. Em um widget de tempo, você sabe que apertando no relógio acessará os alarmes, enquanto as ferramentas de pinça brincarão com o zoom dentro de um game ou, então, que selecionando um texto e segurando o dedo sobre ele você terá ferramentas de recortar e colar, por exemplo.
    O fato, no entanto, é que isso também pode trazer o seu lado negativo. Essa chamada homogeneização do mercado pode acabar deixando muitos clientes e desenvolvedores bem mais preguiçosos, vamos dizer assim, algo que não é bom para nenhum dos lados.
Enquanto nós, usuários, exigimos programas cada vez mais fáceis de utilizar, buscando aqueles que nos dão tudo “de mão beijada”, os responsáveis por criar novidades acabam estagnados. Basta algum software fazer sucesso para que dezenas, centenas de aplicativos extremamente semelhantes invadam rapidamente as lojas de aplicativos.

Não é exclusividade dos pequenos

   Você pode até pensar: “Mas copiar assim é coisa de desenvolvedor pequeno”. Isso pode até ser verdade, mas também não significa que os gigantes do mercado não estão de olho em tudo o que as outras empresas, sejam elas pequenas, médias ou grandes, andam fazendo por aí.


Por que a maioria dos apps para celular são tão parecidos?


    Pois é, as gigantes também não ficam de fora dessa. A Gameloft, uma das principais desenvolvedoras de jogos móveis do mercado, por exemplo, faz de tudo para apresentar ao público games parecidos com os principais sucessos das outras plataformas, trazendo títulos muito semelhantes com os grandes Need for Speed, GTA e Call of Duty, entre vários outros.
    Outro grande exemplo é o novo visual do Windows 8 (e também do Windows Phone 8) que foi influenciado – e também exerce grande influência – nos diversos outros ambientes frequentados por nós, incluindo páginas da internet, sistemas e aplicativos. Botões grandes e coloridos e imagens destacadas são a nova tendência de mercado.

Receita de sucesso

   Nessas situações, seguir os outros e simplesmente copiar os programas pode não ser a melhor solução. E, para exemplificar isso, vale lembrar uma das principais leis do marketing, que diz que, para você vencer os seus concorrentes, precisa mostrar aos seus clientes que possui algum diferencial competitivo.


Por que a maioria dos apps para celular são tão parecidos?



   Dessa forma, não adianta muito você chegar oferecendo aquilo que outras empresas (e programas) já são capazes de fazer. Ou seja, a melhor forma de manter os softwares amigáveis seria não só repetir uma fórmula de sucesso, mas, sim, aprimorá-la, tornando-a cada vez mais atraente para nós, ávidos consumidores de programas portáteis!
   Uma grande lista de exemplos pode ser citada nesse caso – principalmente quando falamos do mundo dos games. O mais recente sucesso das plataformas móveis, Candy Crush, pegou uma fórmula extremamente utilizada nos jogos, trazendo algo semelhante com o clássico Bejeweled.
   A diferença, nesse caso, é que eles adicionaram quebra-cabeças, mudaram o estilo das peças e conseguiram criar um ambiente totalmente diferenciado, o que atraiu rapidamente milhões de jogadores. Ou seja, mesmo com você sabendo que ele é um game no qual é preciso juntar pedrinhas coloridas – e que isso é algo bem parecido com outros títulos que você já conhece –, isso não importa, pois o game conseguiu se diferenciar, trazendo algo novo e divertido.

É mais barato

   O fato é que, de certa maneira, seguir uma fórmula já testada também é uma maneira mais segura de você investir no desenvolvimento de um programa. Vale lembrar que o mundo portátil deu mais espaço para empresas pequenas e programadores solitários, que podem se arriscar no lançamento de jogos e programas praticamente independentes.
   Dessa forma, um cenário acaba se reproduzindo com bastante frequência: “Se ‘fulano’ está ganhando dinheiro com determinado software, nada de perder tempo fazendo extensas pesquisas e desenvolvimento; vamos lançar uma ferramenta bem parecida e morder uma parte desse mercado”.

Originalidade vale a pena

    Além de adaptar e melhorar propostas já existentes, ainda há (muito) espaço para inovação dentro das plataformas portáteis. Vale lembrar novamente que estamos falando de algo relativamente recente – e que influenciou totalmente na maneira como lidamos com as mais diversas situações.


Por que a maioria dos apps para celular são tão parecidos?



   Nesses cerca de sete anos vivendo com os smartphones, nós com certeza ainda não pudemos aproveitar tudo o que esse tipo de equipamento tem para nos oferecer. Por isso, buscar a inovação ainda pode ser uma das principais formas de você conseguir se destacar no mercado.
  A Samsung, por exemplo, vem investindo bastante nas suas canetas inteligentes, as chamadas S-Pen. Se de início a companhia encontrou certa rejeição com relação ao recurso, hoje em dia a popularidade dos Galaxy Note tem feito a empresa expandir cada vez mais essa linha. E quem utilizou os últimos gadgets com a caneta, como o Note 8.0, por exemplo, pôde perceber que as possibilidades apresentadas pelo recurso são enormes.
   Outro grande exemplo é o WhatsApp. A companhia conseguiu trazer inovação para uma ferramenta extremamente batida no mercado, simplesmente permitindo que as pessoas pudessem trocar mensagens de maneira fácil e objetiva – algo que vem praticamente matando as tradicionais SMS.



Por que a maioria dos apps para celular são tão parecidos?



    A verdade é que nós também somos resistentes a mudanças muito drásticas, de forma que em muitos casos a releitura e aprimoramento de uma determinada aplicação, como citamos acima, acaba sendo a forma mais interessante de se apresentar uma novidade no mercado móvel. Assim, grandes novidades nos programas e nessas plataformas devem continuar aparecendo de forma lenta, com desenvolvedores e empresas fazendo tudo com mais calma do que nunca.
    E você, o que acha de tudo isso? Curte tem centenas de opções de programas parecidos ou acha que falta inovação nesse mercado? É bom ter interfaces semelhantes ou novidades poderiam aproveitar melhor o que os smartphones têm para oferecer? Não deixe de participar!



SAL

   5 coisas que você provavelmente desconhece sobre o sal

5 coisas que você provavelmente desconhece sobre o sal



    O sal é um condimento tão comum que muitas vezes nem nos damos conta de que ele guarda muitas características e funcionalidades bastante curiosas. Para começar, ele tem efeitos muito fortes sobre o corpo humano, sendo capaz de alterar a pressão sanguínea e até evitar que bócios sejam formados na tireoide.
  Além disso, o sal também torna alimentos mais saborosos e, se necessário, pode ser usado para conservá-los por mais tempo sem a necessidade de refrigeração. Mas como tudo isso funciona?

1. Adição de iodo

    Desde 1924, o governo dos Estados Unidos pediu para a empresa Morton Salt Company que iodo fosse adicionado ao sal vendido no país. Isso foi feito porque, em algumas regiões daquele país, as pessoas não estavam consumindo iodo o suficiente, já que esse elemento não está presente em grandes quantidades no solo das áreas próximas aos Grandes Lagos da América do Norte ou Noroeste Pacífico.
   Entre outros problemas, a deficiência de iodo pode causar bócio na tireoide, popularmente conhecido como “papo”. Na verdade, cerca de 90% dos casos de bócios na tireoide são desenvolvidos pela falta de iodo na dieta e, portanto, nada mais natural do que adicionar o elemento ao sal. A ideia foi copiada da Suíça, que na mesma época também investia na mesma ação.
   Felizmente, a adição de iodo ao sal custa apenas poucos centavos anuais por pessoa, o que faz com que o preço do sal continue praticamente o mesmo. Talvez por isso, a prática acabou sendo adotada pela maior parte dos países, incluindo o Brasil.

2. Por que o sal realça o sabor do alimento?

   A salinidade é um dos cinco gostos básicos que a língua humana pode detectar. Como se não bastasse, adicionar sal ao alimento faz com que certas moléculas sejam mais facilmente liberadas no ar, o que favorece o aroma da comida. E como sabemos, o aroma é parte muito importante da percepção de gosto.
   Além disso, o sal também ajuda a suprimir o sabor amargo. Essa é a razão, por exemplo, de esse condimento ser usado na hora de comer grape fruit. Ele também pode ser usado em alimentos doces ou azedos, como forma de equilibrar o sabor.

3. Por que o sal faz a pressão subir?

   A ideia de que sal faz a pressão a subir vem circulando pelo mundo desde a década de 60. É por isso, por exemplo, que as pessoas mais velhas ou com problemas de coração acabam reduzindo o consumo desse condimento. Porém, de acordo com o site Today I Found Out, não existe muito respaldo para essa preocupação.
   Existem alguns estudos que mostram um risco pequeno na possibilidade de a pressão sanguínea subir com a ingestão de uma quantidade muito grande de sal. Também existem muitos estudos que não mostram alteração na pressão e alguns que chegam à conclusão de que a redução de sal pode, na verdade, fazer a pressão subir.
   A ideia de que o sal faz a pressão subir vem da pressão osmótica. A osmose é o movimento de um solvente (a água) atravessando membranas semipermeáveis (paredes das células), em áreas de baixa concentração de substâncias (sal) para áreas de alta concentração. Isso, naturalmente, equaliza a concentração em ambos os lados da membrana.


Cristais de sal de cozinha 
 
     Assim, a história de que o sal faz aumentar a pressão vem da ideia de que, ao consumir muito sal, a corrente sanguínea fica com mais sódio do que as outras partes do corpo. Isso faz com que a água dessas áreas seja enviada para o sangue e, consequentemente, o aumento de fluido dentro de veias e artérias faz a pressão aumentar. Além disso, o sal também age como um agente irritante, fazendo com que as artérias se contraiam, o que também causaria o aumento da pressão.
   Porém, apesar de isso ser amplamente aceito por governos e médicos do mundo todo, os estudos recentes não dão respaldo à teoria. Em 2001, dois estudos publicados no site Cochrane Reviews chegaram à conclusão que, depois de 150 exames clínicos e o estudo de 13 populações, não há uma indicação clara a favor da redução de sódio.

4. Como o sal preserva carnes?

   Hoje, todo mundo prefere recorrer ao freezer ou à geladeira para conservar melhor bifes ou pedaços de carne do churrasco. Porém, houve uma época em que o sal era usado com essa finalidade e, ainda hoje, é possível encontrar alguns tipos de carnes que são produzidos dessa forma.
   Essa capacidade de preservar os alimentos também se deve à pressão osmótica. Ao fazer com que a carne perca água, o sal acaba eliminando um dos principais elementos para a existência de fungos e bactérias, fazendo com que o “bife” dure muito mais.

5. Removedor de manchas

    Derrubou suco de uva no carpete? Não tem problema: o sal apaga o estrago. Porém, seja rápido. Dentro de 5 a 10 minutos, o sal que estava seco quando jogado e espalhado sobre a mancha começa a absorver o líquido.
    Depois de 15 minutos, use um aspirador de pó para remover o sal, porém, cuidado para não esfregá-lo sobre a superfície. Se a mancha persistir, repita a operação até que ela saia completamente ou, então, até que o sal não tenha mais líquido para absorver.