Com R$ 136 bilhões, Plano Safra é o maior da história "Gastem e terão mais", afirmou a presidente Dilma Rouseff durante o anúncio feito nesta terça-feira
Em busca de competitividade, governo federal disponibiliza R$ 25 bilhões para a construção de novos armazéns privados
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Tadeu Vilani / Agencia RBS.
O governo federal anunciou nesta terça-feira R$ 136 bilhões em recursos para o Plano agrícola e Pecuário para o biênio 2013/2014. Este é o mais abrangente e maior em volume financeiro já lançado no Brasil.
Anunciado nesta terça-feira pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, o total de recursos liberados será dividido em R$ 97,6 bilhões para financiamentos de custeio e comercialização e R$ 38,4 bilhões para os programas de investimento.
Durante o lançamento do Plano Safra, o ministro ressaltou ainda o fortalecimento do sistema de defesa agropecuário brasileiro e da assistência técnica rural. Dos R$ 136 bilhões previstos para a nova safra, R$ 115,6 bilhões serão com taxas de juros controladas, crescimento de 23% sobre os R$ 93,9 bilhões previstos na temporada 2012/13.
De acordo com Antônio Andrade, a elaboração do plano atual dá uma atenção extra para logística e infraestrutura no Brasil. O governo federal vai disponibilizar R$ 25 bilhões para a construção de novos armazéns privados no país nos próximos cinco anos - sendo R$ 5 bilhões na temporada 2013/14. O prazo será de até 15 anos para pagamento. Além disso, serão investidos mais R$ 500 milhões para modernizar e dobrar a capacidade de armazenagem da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Andrade afirmou que o Brasil precisa focar em crescimento, produtividade e sustentabilidade, pois o agronegócio responde por um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Confiante, o ministro acredita em uma safra de 190 milhões de toneladas para o próximo ano.
O setor tem muitos desafios, mas possui no governo um aliado. Se o produtor der resposta, devemos disponibilizar mais recursos - disse o ministro.
Dilma Rousseff foi mais ainda mais enfática do que o ministro da Agricultura. Ao explicar as diretrizes do Plano Safra, a presidente disse que os recursos devem ser usados sem medo pelos agricultores.
''Gastem e terão mais - garantiu Dilma''.
Anunciado nesta terça-feira pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, o total de recursos liberados será dividido em R$ 97,6 bilhões para financiamentos de custeio e comercialização e R$ 38,4 bilhões para os programas de investimento.
Durante o lançamento do Plano Safra, o ministro ressaltou ainda o fortalecimento do sistema de defesa agropecuário brasileiro e da assistência técnica rural. Dos R$ 136 bilhões previstos para a nova safra, R$ 115,6 bilhões serão com taxas de juros controladas, crescimento de 23% sobre os R$ 93,9 bilhões previstos na temporada 2012/13.
De acordo com Antônio Andrade, a elaboração do plano atual dá uma atenção extra para logística e infraestrutura no Brasil. O governo federal vai disponibilizar R$ 25 bilhões para a construção de novos armazéns privados no país nos próximos cinco anos - sendo R$ 5 bilhões na temporada 2013/14. O prazo será de até 15 anos para pagamento. Além disso, serão investidos mais R$ 500 milhões para modernizar e dobrar a capacidade de armazenagem da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Andrade afirmou que o Brasil precisa focar em crescimento, produtividade e sustentabilidade, pois o agronegócio responde por um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Confiante, o ministro acredita em uma safra de 190 milhões de toneladas para o próximo ano.
O setor tem muitos desafios, mas possui no governo um aliado. Se o produtor der resposta, devemos disponibilizar mais recursos - disse o ministro.
Dilma Rousseff foi mais ainda mais enfática do que o ministro da Agricultura. Ao explicar as diretrizes do Plano Safra, a presidente disse que os recursos devem ser usados sem medo pelos agricultores.
''Gastem e terão mais - garantiu Dilma''.
A taxa de juros anual média é de 5,5%, sendo que serão menores em
modalidades específicas: de 3,5% para programas voltados à aquisição de
máquinas agrícolas, equipamentos de irrigação e estruturas de
armazenagem, de 4,5% ao médio produtor rural e de 5% para práticas
sustentáveis.

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